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COLETIVA

Governo do Pará detalha utilização de equipamento de inteligência no combate ao crime

Durante a coletiva, o titular da Segup informou que o equipamento é usado para desarticular organizações criminosas do tráfico de drogas

quinta-feira, 01/10/2020, 23:24 - Atualizado em 01/10/2020, 23:22 - Autor: Diário Online


O secretário de Segurança Pública, Ualame Machado, e o delegado-geral da Polícia Civil, Walter Rezende, esclareceram sobre o uso do equipamento.
O secretário de Segurança Pública, Ualame Machado, e o delegado-geral da Polícia Civil, Walter Rezende, esclareceram sobre o uso do equipamento. | Via WhatsApp

O Governo do Pará realizou uma coletiva de imprensa, na tarde desta quinta-feira (1°), para falar sobre a utilização de um equipamento de inteligência. A coletiva aconteceu na Delegacia Geral, no bairro de Nazaré, em Belém, e contou com a participação do titular da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado, e do delegado-geral de Polícia Civil do Pará, Walter Rezende. 

Durante a coletiva, Ualame Machado detalhou sobre a utilização do equipamento. “O equipamento foi adquirido este ano e é usado para desarticular organizações criminosas do tráfico de drogas. Os órgãos competentes foram informados, em junho deste ano, sobre a utilização do equipamento”, explicou.

Ele disse, ainda, que “ o equipamento funciona como qualquer outro disponível no mercado da tecnologia, e é incapaz de ser usado para violar a privacidade do indivíduo, sendo usado seguindo todos os protocolos e com autorização judicial. O equipamento foi usado no Estado só a partir de maio, em investigações de organizações criminosas, em especial as envolvidas com o tráfico de drogas, para dar mais rapidez e precisão na análise de dados”.

Ualame Machado também informou que o objetivo da coletiva é esclarecer que “vários órgãos de controle, como o Ministério Público do Estado e o sistema Judiciário, tinham conhecimento do equipamento, e ressaltar que ele é auditável a qualquer momento, sendo incapaz de realizar uma escuta ilegal", finaliza.


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