ATAQUE ESPACIAL

Alienígenas são alvo de vandalismo em Colares

POSTADO EM: Terça-Feira, 10/07/2018, 14:26:03
ATUALIZADO EM: 10/07/2018, 14:56:12

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Divulgação

Um dos símbolos do município de Colares, no nordeste paraense, famoso pelo turismo ufológico, está sendo alvo de vandalismo e depredação. As estátuas de ET's espalhadas por pontos turísticos da cidade apareceram com fissuras praticadas por desconhecidos.

Para tentar chegar aos culpados, e como forma de evitar ainda mais prejuízos ao patrimônio público, a prefeitura do município emitiu nota denunciando o ocorrido.

ACOMPANHE:

"A Prefeitura municipal de Colares vem a público repudiar o ato de vandalismo praticado contra o patrimônio público. Durante os últimos dias apuramos que três das quatro esculturas dos ET's, instaladas em pontos turísticos da cidade, que fazem parte do Turismo ufológico, foram quebradas por vândalos. Informamos a sociedade em geral que estamos tomando todas as providências cabíveis para reparar o dano causado e punir os culpados. É inadmissível a depredação do patrimônio público. As autoridades competentes estão sendo acionadas para coibir ações que danificam o patrimônio que pertence a todos os colarenses e turistas", diz a nota de repúdio.

Parte da estrutura foi jogada no chão causada pelo ato dos depredadores (Foto: Divulgação)


Conforme é possível ver na imagem, a depredação foi feita na parte do braço da estátua (Foto: Divulgação)

TURISMO UFOLÓGICO

Colares ficou conhecida como a cidade dos ET's desde os tempos do lendário "chupa-chupa", constantemente relatado como um objeto voador não identificado (Ovni) que vagava pelos céus da Amazônia com objetivo de chupar sangue humano, na década de 1970.

Por ter sido um dos pontos em que houve mais relevância desses relatos, o município acabou sendo reconhecido pelo potencial ao turismo ufológico.

De qualquer forma é necessário lembrar que nenhum órgão oficial como a Aeronáutica reconhece oficialmente as aparições do "chupa-chupa".

ESPECIAL

Em outubro do ano passado, em matéria especial para o Diário do Pará, o repórter Denilson D'Almeida contou mais sobre essa história.

(DOL)

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