INVESTIMENTOS

Produtor rural está a um passo de realizar os seus sonhos

POSTADO EM: Domingo, 22/04/2018, 09:34:17
ATUALIZADO EM: 22/04/2018, 11:53:55

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Reprodução

Quando chegou ao Pará, em 1985, Edmilson Dias Duarte, trazia na bagagem um sonho de família: ter uma fazenda própria com um toque mineiro. Aqui, ele fundou a Fazenda Valadares, em Marabá. Era o início de uma série de desafios, que o tornou uma referência no agronegócio de toda a região.

 “A Fazenda Valadares foi pensada a partir daquilo que eu trouxe dos meus pais e avós”, diz Edmilson, que é de uma família de pecuaristas da cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais, daí o nome da propriedade. “A propriedade é um projeto de vida, que carrego desde criança”. Aqui, Edmilson desenvolveu todas as habilidades necessárias para administrar o negócio agropecuário. “Aquele amor do criar gado eu trouxe da família e a gestão aprendi na iniciativa privada. A gente alia as duas coisas aqui”, garante.

 Em 1986, o fazendeiro tinha o projeto de fazer a irrigação mecânica de toda a fazenda. Mas faltavam recursos. A solução veio da instituição bancária da qual ele já era cliente: o Banco da Amazônia. “O bom relacionamento entre a fazenda e o Banco da Amazônia surgiu em 1986, quando virei cliente”, reitera. “Um dia, sentei com a gerência do banco e eles perguntaram: O que eu tinha de projeto para fazer?. Nós seremos parceiros”. O trabalho, já encaminhado, pôde, enfim, ser implantado. Desde então, a parceria já dura 30 anos. “É uma parceria de sucesso e promissora. Tem muitas coisas que nós já fizemos e que ainda vamos fazer junto com o Banco
da Amazônia”.

PRODUÇÃO

A fazenda de Edmilson é só um exemplo de como é importante ter uma instituição de crédito em quem confiar na hora de administrar uma propriedade rural. E o Banco da Amazônia oferece diversas linhas de financiamento que se adaptam às necessidades do trabalhador rural, seja grande ou pequeno proprietário, com as menores taxas e prazos do mercado. Tudo isso sempre amparado na sustentabilidade ambiental, que garante o futuro da Região Amazônica, sem engessar o setor produtivo local.

Segundo Misael Moreno, gerente de Pessoas Físicas do Banco da Amazônia, as linhas de crédito de custeio financiam as despesas do ciclo de produção em qualquer período da atividade: Seja o momento do plantio, o de comercialização ou de industrialização. “As linhas de crédito para financiamento do custeio agrícola são aplicadas, geralmente, na compra dos insumos necessários para a execução do plantio da lavoura, como as sementes, fertilizantes e defensivos, e outras despesas...”, garante.

Para os produtores rurais que atuam com integração a da lavoura à pecuária, a exemplo Sr. Edmilson, o custeio pecuário também é uma ótima opção. É possível financiar as despesas de custeio relacionadas à bovinocultura, inclusive a aquisição dos animais para recria e engorda, suinocultura, avicultura, bubalinocultura, apicultura e outras.

Vale lembrar que “O custeio agrícola está acessível para todos os portes: Seja agricultor familiar, pequeno produtor, médio ou grande. Todos precisam de recursos para girarem os seus negócio. E o custeio é o capital de giro do agronegócio”, explica o gerente.

Edmilson encontrou no banco o suporte necessário para tocar os projetos da sua fazenda (Foto: Reprodução)

Misael Moreno lembra que cada perfil de cliente rural tem uma linha de crédito apropriada no Banco da Amazônia (Foto: Mauro Ângelo)


Acessíveis e com as menores taxas.  Conheça as linhas de crédito disponíveis

O gerente de Pessoas Físicas do Banco da Amazônia, Misael Moreno, explica que há muitas vantagens no custeio agrícola oferecido pelo Banco da Amazônia, como ao oferecer as menores taxas e juros do mercado. “A nossa taxa está em 5.65% para investimentos e 6.65% para custeio, já com bônus de adimplência”, lembra. “Para você acessar, é só fazer o cadastro no Banco, e o Banco faz a visita na propriedade e já apura o seu limite de crédito. A forma de acesso 
é simplificada”. 

Moreno diz ainda que a renovação também é mais simples. “Você consegue contratar uma operação, uma cédula de garantia de 5 anos. A safra agrícola tem o prazo de 1 ano no mercado. Então se o cliente fizer essa primeira contratação, com contrato de 5 anos, a operação dele vence em 1 ano, mas a garantia, como ela está vinculada, ele vai girando ela dentro dessa cédula sem precisar gastar com hipoteca novamente”, orienta. Para o agricultor familiar, o custeio é feito via Assistência Técnica (EMATER).

Edmilson admira o projeto de irrigação que implantou nas suas terras com a ajuda do Banco da Amazônia (Foto: Reprodução)

TECNOLOGIAS 

Outro fator importante lembrado pelo gerente é que o banco sempre induz o cliente a implantar alguma tecnologia. “Nós queremos que o cliente tenha maior produtividade em menos espaço. Em todas as operações os clientes são orientados a não utilizar o padrão do mercado, que busque sempre implantar uma tecnologia inovadora ou de grande produtividade nas operações que ele faça”, garante. 

Geralmente a aplicação de uma tecnologia depende de um investimento, pois o custeio é a safra. “Às vezes o produtor, para ganhar uma produtividade, precisa comprar um trator específico, ou, fazer uma correção específica no solo. Com isso, ele vai, em conjunto com o custeio, adquirir investimento. Mas nós sempre buscamos que o nosso cliente tenha a maior produtividade por hectare”.

Para ter acesso às linhas de crédito oferecidas, o primeiro passo é procurar uma agência do Banco da Amazônia e fazer um cadastro. “É importante que a pessoa tenha os documentos da propriedade”, diz. No caso da agricultura familiar, ter os documentos de posse e licença de ocupação da terra, contratos de compra e venda. Ou todo documento público, emitido, que reconheça o uso daquela família na região.

Sempre há um recurso pronto para o que você precisa

Um dos programas do Banco da Amazônia é o LCA – Produtor Rural, garantido pela Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), destinado a financiamento de operações de custeio e investimento semifixo a produtores rurais e suas cooperativas. Outro é o FNO – Amazônia Sustentável Rural, programa de financiamento do Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, com recursos para empreendimentos rurais na Região Norte, com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), que pode ser solicitado por produtores rurais, bem como suas associações e cooperativas. Já o FNO – Exposição Feira Rural, também faz parte do programa FNO – Amazônia Sustentável, destinado a agilizar o processo de concessão de créditos em eventos de exposições e feiras agropecuárias. 

O Banco da Amazônia também apoia a verticalização da produção por meio do RPR – Custeio e Industrialização, que como o nome diz, é destinado para a comercialização, beneficiamento, industrialização de produtos agropecuários (in-natura ou beneficiado/ industrializado), ou de insumos diretamente utilizados na atividade agropecuária. E, por fim, o RPR – Exposição / Feira Rural, voltado para apoiar eventos de exposições e feiras agropecuárias em toda a Amazônia Legal. 

Misael Moreno considera que incentivar a produção agropecuária garante o desenvolvimento do Estado e respeito ao Meio Ambiente. “O agronegócio que tem sustentado o nosso Produto Interno Bruto (PIB) no País. E a região Norte é uma região forte nesse segmento. É uma região que explora muito a pecuária, está estrategicamente bem localizada, tem uma logística favorável”, lembra. “Então, nós temos toda uma tendência favorável que pode ser explorada e potencializada na 
Região Norte”.


(Diário do Pará)



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