OMS alerta para novo surto de ebola na África

Segunda-Feira, 15/05/2017, 08:07:32 - Atualizado em 15/05/2017, 08:07:32

Um alerta de surto de ebola volta a assombrar a África. O sinal foi disparado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (12) e está valendo, por enquanto, para a República Democrática do Congo, que teve, pelo menos, uma morte pelo vírus confirmada, quase um ano após o fim da última epidemia, em junho de 2016.

No mês passado, em 22 de abril, nove pessoas que foram diagnosticadas com febres hemorrágicas já estavam com suspeita da doença. Sendo que três delas foram a óbito. Após alguns testes, a OMS confirmou que um dos resultados tinha relação com ebola .

As outras mortes estão sendo investigadas.As vítimas que apresentaram sinais da doença viviam na província de Bas-Uele, no norte do país, uma zona remota, com bosques e florestas densas, que faz fronteira com a República Centro-Africana.CongoDe acordo com a nota divulgada pelo ministério da saúde do Congo, "o país deve enfrentar um surto do vírus que constitui uma crise de saúde pública de importância internacional".

As autoridades congolesas fizeram um apelo à população, pedindo calma e apoio à OMS. A organização já anunciou que enviou materiais e profissionais à nação, para tentar evitar que a doença se espalhe.

O governo afirmou que já está adotando todas as medidas necessárias para responder de maneira rápida e eficaz às necessidades da saúde pública do país. A OMS também informou que “está trabalhando em colaboração com as autoridades nacionais e provinciais, e contando com o apoio de todos os sócios para facilitar o traslado de material de proteção e de pessoal para a área em alerta, com o objetivo de reforçar a vigilância epidemiológica e controla o surto o quanto antes”.Essa é a nona vez que o Congo passa por um surto de ebola.

A última vez que houve que essa enfermidade se espalhou foi em 2014, deixando 42 vítimas. Em 2013, o vírus foi capaz de atingir mais de 11 mil pessoas, que morreram com a doença, afetando quase 30 mil cidadãos africanos, de países como a Serra Leoa, Libéria e Guiné.

As informações são do site IG.


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