SUPERAÇÃO

Exercício físico ajuda mulher a viver com mal de Parkinson

POSTADO EM: Sábado, 02/06/2018, 22:09:09
ATUALIZADO EM: 02/06/2018, 22:10:32

zoom_out_map
Reprodução

O mal de Parkinson chegou para Sandra Dannemann aos 42 anos, quando o braço esquerdo se levantava em um movimento involuntário. 

‘Achava que era cansaço, mas os exames revelaram outro motivo: um Parkinson precoce’, explica Sandra. 

A baiana que se diz esportiva, praticava natação, musculação, caminhava, jogava vôlei e, inclusive por conta do bom condicionamento físico, nunca imaginou o que lhe esperava. 

‘Depois do diagnóstico, o médico proibiu todas as atividades físicas. Ele dizia que a doença enrijece os músculos e que os exercícios iriam acelerar esse processo. Eu, que sempre fui muito ativa, parei com tudo e posso dizer que foi a pior época da minha vida’, diz ela. 

Após esse período, ela percebeu que o corpo necessitava de movimentos, foi quando resolveu a voltar a se exercitar.Obtendo uma resposta incrível do corpo, que comprovou que os músculos tem memória e reagem rapidamente aos estímulos. 

‘Hoje, 26 anos após o diagnóstico, continuo indo na academia todos os dias. Levanto até 60 quilos no levantamento de peso olímpico e chego a 100 quills com as pernas. Também faço natação duas vezes por semana.

Moro sozinha e os exercícios me ajudam a ter uma maior flexibilidade e força’, destaca ela. 

Sandra faz um verdadeiro desabafo para aquelas pessoas que acham que não podem enfrentar algum diagnóstico: ‘Procuro sempre lembrar que para tudo há um valor a ser pago, e você, muitas vezes, é quem define se será alto ou não. Há dias que mergulho de cabeça na rotina física, em outros respeito o pedido do corpo’, diz.

(Com informações do UOL)



COMENTÁRIOS mode_comment