JÁ OUVIU FALAR?

Síndrome da Vagina Morta: tudo o que você precisa saber está aqui

POSTADO EM: Quinta-Feira, 03/05/2018, 10:43:20
ATUALIZADO EM: 03/05/2018, 11:02:47

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Reprodução

Você já ouviu falar da Síndrome da Vagina Morta? A temida “Dead Vagina Syndrome” nada mais é do que a diminuição maciça e crescente da sensibilidade após o uso recorrente de vibradores. As informações são do UOL.

Devido ao apelo constante das mulheres aos sex toys, uma espécie de tolerância à estimulação clitoriana e vaginal acaba sendo criada, impossibilitando o orgasmo tanto com aparelhos, quanto com parceiros. Com o passar o tempo, a vagina acaba “falecendo”, deixando de sentir prazer na hora H.

Mas calma, tudo isso se trata apenas de uma lenda horripilante que circula há muito tempo na internet. Na prática, especialistas garantem que trata-se apenas de mais um tabu para limitar a sexualidade feminina e fazer com que as mulheres se sintam culpadas por se masturbarem.

Na literatura médica não há nenhum estudo que comprove que a condição ligada à Síndrome da Vagina Morte realmente exista.

O que acontece, segundo o psicólogo e terapeuta sexual Oswaldo Martins Rodrigues Jr., diretor do Instituto Paulista de Sexualidade Humana (InPaSex), é que após uma estimulação por tempo prolongada, qualquer órgão do corpo perde a sensibilidade e fica dormente.

Segundo Oswaldo, “é uma dormência temporária que não oferece risco algum”. O especialista apenas alerta que a estimulação vaginal regular através da introdução de masturbadores de maior tamanho podem produzir ferimentos, dificultando as transas por causa da dor.

A ginecologista e obstetra Cristina Carneiro ressalta que o uso de vibradores pela ala feminina é recomendável por muito especialistas não só por “ajudar a mulher a conhecer o próprio corpo e descobrir as áreas que mais lhe dão prazer”, mas também por servir “em diversas práticas e brincadeiras a dois”.

Cristina garante que já foi comprovado que o uso de vibradores oferece vários benefícios à saúde, “permitindo que a vagina seja fonte de prazer e bem-estar por muito mais tempo”.

(Com informações do UOL)



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