AVASSALADORA

Brigatti alerta que vitória no Re-Pa não pode deslumbrar ninguém do elenco bicolor

POSTADO EM: Terça-Feira, 19/02/2019, 07:48:44
ATUALIZADO EM: 19/02/2019, 07:49:30

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Jorge Luiz/Paysandu

Líder do grupo A2 do Campeonato Paraense com dez pontos, um a mais que o Paragominas, o Paysandu é o único time restante sem perder na competição. Até aqui, foram três vitórias e um empate. O bom momento empolgou a Fiel, o que era de se esperar. Mas, logo depois da vitória sobre o Re-Pa, o técnico João Brigatti deixou claro que não há - e nem admitiria - nenhum tipo de empolgação dentro do elenco. Para ele, a caminhada ainda está apenas no começo e a estrada é bem longa.

“Conseguimos uma vitória maiúscula, mas não está nada acertado ainda. Temos que ter os pés no chão. Antes empatamos com o Castanhal. São apenas quatro jogos e não dá para esperar que o time já esteja pronto. O Paysandu está de parabéns pela humildade e pela entrega”, disse. “Vejo ainda muito a evoluir e não vamos nos empolgar. Comemoramos uma vitória sobre o maior rival, mas o trabalho continua”, completou Brigatti.

O comandante bicolor não citou nomes, mas deixou claro que para amanhã o Papão deve ter mudanças por causa do desgaste do clássico, sem falar na necessidade de colocar em ação alguns atletas que ainda não tiveram oportunidade e precisam de rodagem, caso do meia Thiago Primão e do atacante Paulo Henrique, que estreou no clássico, mas teve pouco tempo em campo e mal tocou na bola.

“Desde o primeiro jogo eu gostaria de ter mantido uma base, com pequenas mudanças”, disse Brigatti. O treinador deu como exemplo uma situação que aconteceu no clássico de domingo, quando optou por uma mudança no meio de campo que acabou surpreendendo a muitos, mas se mostrou muito importante para dar mais segurança à defesa bicolor, que mal foi ameaçada.

“O Johnny Lucas é um garoto sensacional, mas tem um ímpeto de querer avançar muito e não poderíamos ter a defesa vulnerável. Para a partida, foi uma mudança necessária a entrada do Caíque Oliveira”.
Entre os jogadores, há a certeza de que por mais que o time não esteja ideal para o Parazão, ele está no caminho certo. “A gente não teve uma pré-temporada, não teve os amistosos, então isso dificulta um pouco na parte do entrosamento. Mas a gente tem superado isso diariamente com as conversas nos treinos e vamos ter que adquirir (ritmo) durante a competição. Acredito que estamos no caminho certo, o grupo está focado, está com o mesmo intuito, fechado e creio que a gente só tem a crescer na competição”, afirmou o atacante Paulo Rangel.

“Estamos no caminho certo, trabalhando com humildade. O Parazão é um campeonato difícil e estamos passando por cima das adversidades. Estamos em busca de melhorar sempre para chegar ao nosso objetivo principal do ano que é o retorno para a Série B”, finalizou o goleiro Mota.

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E MAIS...

- Depois da vitória no clássico, o Paysandu volta a campo amanhã e a ordem na diretoria é aproveitar o bom momento para encher a Curuzu. A quantidade de ingressos a ser vendida será igual a da carga máxima do estádio, 15 mil. O Papão recebe o Águia às 20h desta quarta-feira. Pelo Twitter, o presidente Ricardo Gluck Paul fez um chamado para que a torcida compareça em grande número e bata o recorde de público no ano.

-“Pé no chão. Humildade e simplicidade. Só te peço uma coisa, Fiel: 15 mil na Curuzu nesta quarta-feira! O Paysandu precisa de ti! Em frente!”, escreveu o dirigente.

- Os ingressos para o jogo contra a equipe marabaense começaram a ser vendidos ontem, na sede social, nas lojas Lobos, loja Forte Center no It Center, e na Curuzu. Os preços são de R$ 20 a arquibancada e R$ 50 a cadeira. As 500 meias-entradas foram disponibilizadas em sistema de cadastro no site oficial do clube, com retirada do bilhete hoje no ginásio Moura Carvalho, na sede social do Paysandu.

- Os 350 ingressos exclusivos para idosos serão entregues hoje, também na sede social. Já as 150 entradas disponibilizadas para os deficientes físicos ficam a cargo da Associação Paraense das Pessoas com Deficiência (APPD), localizada na Passagem Alberto Engelhard (antiga Vila Teta).

(Tylon Maués/Diário do Pará)



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