105 ANOS DE PAYXÃO

Torcedores relatam histórias de amor e loucuras pelo Paysandu

POSTADO EM: Sábado, 02/02/2019, 16:59:23
ATUALIZADO EM: 02/02/2019, 18:59:33

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Acervo Pessoal

O Paysandu completa 105 anos e os torcedores usam as redes sociais para demonstrar o amor ao Papão da Curuzu. Alguns deles trazem mais que boas lembranças: histórias especiais vividas com a camisa azul e branca do Lobo.

Torcedora do Papão desde pequena, a administradora Dina Contente relata que apesar da família da mãe ser azulina, o amor pelo Paysandu falou mais alto com ajuda do pai e do irmão.

“Desde pequena fui aos jogos do Paysandu com a família e isso foi especial. Foi se tornando um amor inexplicável e que passou do meu avô pro meu pai, do meu pai para mim e agora estamos com um sobrinho que ama o Paysandu”.

Graças ao pequeno Davi, Dina revela que conseguiu convencer a cunhada de atravessar a Almirante Barroso. “Minha cunhada era remista, mas o Davi veio e mudou a vida de todo mundo, inclusive a dela que virou Paysandu e mais do que isso, estamos sempre juntos indo ao estádio”, contou Dina.

(Foto: Acervo Pessoal)

O amor que Dina carrega é semelhante ao que a universitária Isabelle Vasconcelos sente pelo Paysandu. Desde pequena, a professora de Física vai aos estádios e atualmente integra o grupo Bicolindas.

(Foto: Acervo Pessoal)

“Meu me pai incentivou a ir ao estádio e comecei a ir sozinha para prestigiar o clube que amo. Depois que integrei as Bicolindas, isso só aumentou, pois vivo e respiro o Paysandu ali perto, no gramado e minha maior emoção foi ver o título da Copa Verde ali perto dos meus olhos”.

 

Em um título nacional do Papão, o torcedor Robert Pimentel se identificou com o Paysandu e para ele, foi amor à primeira vista. “A campanha da Série B em 2001 foi o inicio do amor pelo Paysandu e graças ao meu tio fui no jogo do título contra o Avaí-SC. Foi especial ver a vitória, o título e a festa da galera. Aquele dia foi inesquecível”, recorda Robert que ainda tem uma vitória especial na sua vida.

(Foto: Acervo Pessoal)

 

“Meses antes, fui na Curuzu para ver o Re-Pa e vencemos por 3 a 1. Foi de arrepiar e fantástico ver o gol do Albertinho no final e a festa da torcida”, recorda.

O Re-Pa também é um marco na vida do torcedor Arthur Oliveira, que frequenta os estádios desde pequeno e mais do que isso: a decisão de 2017 é guardada no coração do torcedor bicolor.

(Foto: Acervo Pessoal)

 

“A final de 2017 foi de quase me matar. Estava quase na rampa e não queria decisão nos pênaltis, quando vi o Bergson fazer o gol. Fiz uma promessa a Nossa Senhora de Nazaré e no Círio paguei a promessa pelo título no final em cima do rival. Aquele dia foi fantástico”.

 

Arthur revelou ainda o sentimento dele pelo clube. “Ser Paysandu é um sentimento que não dá para explicar. Não dá para descrever. É para se sentir e viver esta coisa de ser bicolor”.

A atmosfera da Fiel Bicolor também é sentida pelos jogadores. Vágner foi ídolo da Fiel nos anos 90 e no dia de hoje, muitos ídolos do Papão usam as redes sociais para parabenizar o clube

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(Diego Beckman/DOL)



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