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Renan Gorne avisa que veio ao Paysandu disposto a mostrar serviço

POSTADO EM: Quarta-Feira, 10/01/2018, 09:05:26
ATUALIZADO EM: 10/01/2018, 09:05:26

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Fernando Torres/Paysandu

Artilheiro das divisões de base do Botafogo, o atacante Renan Gorne, que chegou à Curuzu juntamente com lateral-esquerdo Victor Lindenberg, outro atleta da base botafoguense, espera fazer do Paysandu uma espécie de trampolim para chegar a algum clube de maior expressão no cenário nacional. 

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“Vim pra cá para ganhar projeção nacional”, avisa Gorne, que faz elogios ao elenco que está sendo montado pelo clube para a disputa da temporada. “O grupo é muito bom. As peças que ficaram do ano passado são boas e os jogadores que chegaram também têm qualidade”, avalia.

Se em seu ex-clube, pelo qual foi emprestado ao Papão, Renan era um dos principais goleadores da base, aqui, no futebol do Pará, ele não quer fazer diferente. “Pretendo fazer um grande ano. Espero fazer aqui os gols que fiz lá no Botafogo”, anuncia. O jogador teve algumas poucas chances no profissional do clube carioca, sendo emprestado ao Papão justamente para ganhar maturidade. A partida de estreia como profissional, conforme revela o goleador, jamais sairá de sua cabeça.

“O primeiro jogo que fiz como profissional, contra o Coritiba-PR, eu já mais vou esquecer. O estádio estava cheio e a torcida incentivando. Foi uma experiência para não esquecer nunca”, recorda. Sobre a troca pelo Papão, o jogador afirma não ver tanta diferença. “O Paysandu é tão grande quanto o Botafogo-RJ. Acredito que eu vá fazer um bom trabalho aqui, ajudando o Paysandu a ganhar títulos importantes”, diz, completando em seguida: “É um clube que tem uma história muito linda e que conta com uma torcida que chega junto, cobra e apoia”, argumenta.

CT RAUL AGUILERA - LICENÇA LIBERADA

- As obras do Centro de Treinamento do Paysandu, denominado de Raul Aguilera, em homenagem ao ex-presidente argentino do clube, finalmente poderão ser reiniciadas. A construção estava paralisada em função da falta de algumas licenças ambientais. Agora, o clube, finalmente, conseguiu desembaraçar a questão burocrática e poderá reiniciar a edificação. 

- Mas, antes, a direção do Papão terá de desembolsar R$ 70 mil, valor cobrado para a liberação definitiva das licenças. O clube tenta, no entanto, a liberação do valor. Os advogados bicolores alegam que o clube é considerado patrimônio imaterial e cultural do Pará e, portanto, tem direito a esse tipo de isenção.

- O projeto de construção do CT foi apresentado pelo clube em junho de 2016, na sede social bicolor pelo ex-presidente Alberto Maia. O terreno, localizado no bairro de Águas Lindas, em Belém, custou ao Papão R$ 1,2 milhão. O clube já fez algumas melhorias no local, como, por exemplo, o pórtico de entrada e o muro no entrono da área, obras que consumiram quase R$ 500 mil. 

- A construtora contratada pelo Paysandu vinha tocando a obra normalmente, até que órgãos ambientais acabaram embargando a continuidade da construção justamente por falta das licenças necessárias e que, finalmente, foram expedidas pelo Ibama e outras instituições governamentais. A direção do bicampeão estadual não informou quando os operários voltarão a trabalhar no local

(Nildo Lima/Diário do Pará)



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