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(Foto: Fernando Araújo)

Clube do Remo cheio de cobrança e confiança - Brasil |

Quinta-Feira, 18/05/2017, 09:22:45 - Atualizado em 18/05/2017, 10:45:52

O capitão de uma equipe é um jogador muito importante, principalmente pelo seu papel de lí- der dentro do grupo. O zagueiro Henrique tem este papel no Clube do Remo, tendo total confiança do treinador Josué Teixeira. Além disso, os dois têm uma boa relação o que facilita o trabalho, já que é necessário que os dois estejam sempre em contato para que as ordens de Josué sejam repassadas para o restante do time.

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O comandante remista conta que desde quando ele chegou ao Baenão queria que Henrique permanecesse no grupo, tanto pela qualidade, mas também pela liderança. Entretanto, Josué ainda quer que o defensor tenha mais voz ativa. “O Henrique, às vezes, fica muito calado. Ele prefere falar ao pé do ouvido, do que abertamente. E no jogo não há tempo. Eu chamo muito ele para conversar, porque ele precisa falar mais, para ele orientar os outros atletas”, afirma Josué Teixeira.

Henrique comenta que há uma boa relação com o chefe. Segundo ele as conversas são sobre todos os assuntos, até mesmo de cunho pessoal. Mas quando chega dentro de campo, Henrique conta que as cobranças são grandes. “Acho que é o meu papel como um líder deste grupo. Isso é fundamental. Um time calado não tem comando, ele se perde. É um papel que o Josué me cobra e eu procuro fazer sempre da melhor maneira”, destaca o capitão.

Time ganhou em experiência

Na estreia do Clube do Remo contra o Fortaleza-CE, ainda não foi possível se ver muita coisa. Apesar de a vitória por 1 a 0, os azulinos ainda sentiram dificuldades. Porém, os jogadores remistas, principalmente os remanescentes, puderam ver que houve uma diferença entre as equipes que disputaram o Parazão e esta que iniciou o Campeonato Brasileiro da Série C.

Durante este primeiro semestre, o Leão trabalhou com um time recheado de garotos, que mostraram muita qualidade em boa parte dos jogos. Entretanto, a equipe azulina também apresentou alguns problemas, entre eles foi a inexperiência dos meninos. “Ganhamos no fator experiência. No Parazão, era uma equipe qualificada, mas pecava na experiência. Até mesmo na final, foi algo que discutimos depois do jogo”, comenta. “Os jogadores que chegaram são um pouco mais rodados. Mas claro que quem está aqui vai dar a sua contribuição. Ajudam no treino, nas partidas. Têm a nossa confiança e a do Josué. É sempre bom qualificar o grupo, para chegar forte nesta competição tão difícil”, destaca.

O Remo chega hoje à tarde em Maceió-AL, onde faz o somente um trabalho regenerativo. Os remistas já divulgaram os relacionados. Entre as ausências, estão os meias Kaio Wilker e Danilinho. Kaio está com virose, enquanto Danilinho ficou em Belém para fazer um trabalho de reforço muscular. Amanhã, o treinador Josué Teixeira deve fazer o último treino antes do jogo. O Leão encara o Asa, no sábado, às 16h30, no Fumeirão.

(Café Pinheiro/Diário do Pará)


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