GERSON NOGUEIRA

Prova de fogo para o Papão

POSTADO EM: Sábado, 24/03/2018, 09:46:34
ATUALIZADO EM: 24/03/2018, 09:46:34

A obrigação de vencer por três gols de diferença é sempre uma tarefa complicada em qualquer circunstância. O Papão de Dado Cavalcanti terá que realizar essa proeza hoje à noite contra o Bragantino, na Curuzu, para chegar a uma nova final do campeonato.
O revés no jogo de ida cobra seu preço para os bicolores, cuja presença do torcedor é tão decisiva quanto temível, pois um eventual deslize acabará por jogar a torcida contra o time, como já se viu inúmeras vezes.

O Bragantino está na confortável condição de franco-atirador. A equipe de Arthur Oliveira chegou muito além do que pretendia inicialmente e a classificação para disputar o título estadual é hoje um sonho possível de ser alcançado, mas sem a angústia e a pressão que pesam sobre os bicolores.

Com base no último treino, o PSC pode ter uma novidade no meio, com a entrada de Danilo Pires na vaga de Fábio Matos. O ataque segue com o trio Moisés-Cassiano-Mike, na esperança de que as goleadas sobre Interporto, Castanhal e Santos-AP sejam reproduzidas no jogo de hoje.

A volúpia ofensiva dos primeiros jogos após a chegada de Dado Cavalcanti foi aos poucos cedendo lugar a alguns apagões criativos, principalmente a partir da derrota no Re-Pa. Em Bragança, na última quarta-feira, o time mostrou-se atrapalhado e sem inspiração, sendo facilmente superado pela correria do jovem time do Bragantino.

Na Curuzu, o Papão não poderá repetir as falhas de marcação vistas na primeira partida, sob risco de complicar ainda mais uma missão já difícil por natureza. Sem Perema, lesionado, a dupla de zaga será Edimar-Diego Ivo. O problema defensivo do PSC é conter a velocidade do ataque do Braga, onde Pecel e Romarinho são figuras de destaque.

A obrigação de vencer por três gols de diferença é sempre uma tarefa complicada em qualquer circunstância. O Papão de Dado Cavalcanti terá que realizar essa proeza hoje à noite contra o Bragantino, na Curuzu, para chegar a uma nova final do campeonato.
O revés no jogo de ida cobra seu preço para os bicolores, cuja presença do torcedor é tão decisiva quanto temível, pois um eventual deslize acabará por jogar a torcida contra o time, como já se viu inúmeras vezes.

O Bragantino está na confortável condição de franco-atirador. A equipe de Arthur Oliveira chegou muito além do que pretendia inicialmente e a classificação para disputar o título estadual é hoje um sonho possível de ser alcançado, mas sem a angústia e a pressão que pesam sobre os bicolores.

Com base no último treino, o PSC pode ter uma novidade no meio, com a entrada de Danilo Pires na vaga de Fábio Matos. O ataque segue com o trio Moisés-Cassiano-Mike, na esperança de que as goleadas sobre Interporto, Castanhal e Santos-AP sejam reproduzidas no jogo de hoje.

A volúpia ofensiva dos primeiros jogos após a chegada de Dado Cavalcanti foi aos poucos cedendo lugar a alguns apagões criativos, principalmente a partir da derrota no Re-Pa. Em Bragança, na última quarta-feira, o time mostrou-se atrapalhado e sem inspiração, sendo facilmente superado pela correria do jovem time do Bragantino.

Na Curuzu, o Papão não poderá repetir as falhas de marcação vistas na primeira partida, sob risco de complicar ainda mais uma missão já difícil por natureza. Sem Perema, lesionado, a dupla de zaga será Edimar-Diego Ivo. O problema defensivo do PSC é conter a velocidade do ataque do Braga, onde Pecel e Romarinho são figuras de destaque.



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